Pesquisar este blog

sábado, 1 de junho de 2013

A menina que roubava livros

Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.


O único dom que me salva é a distração. Ela preserva minha sanidade.

Por algum motivo, os homens agonizantes sempre fazem perguntas cujas respostas já sabem. Talvez seja para poderem morrer tendo razão.

"Estou sempre achando seres humanos no que eles têm de melhor e de pior.Vejo sua feiúra e sua beleza.e me pergunto como uma coisa pode ser as duas."

Ele era o segundo boneco de neve a derreter diante de seus olhos, só que esse era diferente.
Era um paradoxo. Quanto mais frio ficava, mais derretia.

 ''Quando a morte conta uma história, você tem que parar pra ouvi-la.''

Algumas pessoas passam por sua vida, outros a acompanham até que não lhes seja mais possível, outro estão mais perto do que parecem.

Ela era a roubadora de livros que não tinha palavras.
Mas, acredite, as palavras estavam a caminho e, quando chegassem, Liesel as seguraria nas mãos feito nuvens, e as torceria feito chuva.

Sobre a morte...basta dizer que, em alguns ponto do tempo, eu me erguerei sobre você com toda a cordialidade possível.Sua alma estará em meus braços.Haverá uma cor pousada em um ombro. E levarei,você embora gentilmente...

Markus Suzak

Nenhum comentário:

Postar um comentário